Compositor: Tarja, Roland Boffgen
Vendem paz enquanto mantêm a guerra com um sorriso de ferro
Levantem suas bandeiras sem saber a quem estão chamando
Alimente a esperança com um riso que dure apenas um pouco de tempo
Dançando sobre a crença enquanto o prédio desaba
Eu não me importo com as histórias que eles criam
Eu não me importo que seus desejos virem ódio
Mesmo o que resta, agora sem qualquer significado
Nada pode aprisionar meu direito
Eu não me importo se a piedade aprende a mentir
Eu não me importo, os perdidos esquecem de tentar
Os guardiões da decadência jamais desaparecerão
Ninguém sobreviverá a noite
Afaste-se das vozes que se alimentam do seu medo
Proteja quem você era antes do sacrifício
Carregue o custo de futuros que nunca parecem se esclarecer
Nada puro nasce sem um preço
Eu não me importo com as histórias que eles criam
Eu não me importo que seus desejos virem ódio
Mesmo o que resta, agora sem qualquer significado
Nada pode aprisionar meu direito
Não me importo se a piedade aprender a mentir
Não me importo, os perdidos esquecem de tentar
Os guardiões da decadência jamais desaparecerão
Ninguém sobreviverá a noite
Nas profundezas (nas profundezas), um eu mais verdadeiro responde
Através do fim, encontramos o momento em que nos tornamos
Deixe de lado (deixe de lado) o manto do disfarce
Na fronteira, encontramos onde todos os começos começam
Eu não me importo, nunca veremos de um só jeito
Eu não me importo com o que os pecadores escolhem dizer
Sem remorso algum, eles desaparecem em seu caminho
Nada escapa à luz
Eu não me importo com as histórias que eles criam
Eu não me importo que seus desejos virem ódio
Mesmo o que resta, agora sem qualquer significado
Nada pode aprisionar meu direito
Eu não me importo se a piedade aprende a mentir
Eu não me importo, os perdidos esquecem de tentar
Os guardiões da decadência jamais desaparecerão
Ninguém sobreviverá a noite